Com a situação excepcional que se vive e a proliferação de casos registados de COVID-19, Portugal encontra-se numa situação de calamidade, com medidas extraordinárias e de carácter urgente para prevenir a transmissão do vírus.

Está em curso um Plano de D
esconfinamento, para o levantamento gradual das restrições, suspensões e interdições decretadas durante o estado de emergência, mas a prioridade continua a ser a prevenção da doença, a contenção da pandemia e a garantia da segurança de todos.

O Ministério Maná, tomou as medidas necessárias para garantir a segurança dos seus corpos eclesiásticos e administrativos, voluntários, fieis e dos seus visitantes.
Iniciando-se agora o restabelecimento da vida em geral, o Ministério Maná cria um conjunto de recomendações para a reabertura das Igrejas Maná em Portugal, no presente mês de Maio de 2020.

Estas recomendações são o ponto de partida para o restabelecimento da vida eclesiástica e religiosa do Ministério Maná, e devem ser respeitadas por toda a liderança – Bispos, Pastores, Missionários, Presbíteros e Diáconos – e pelos fiéis e visitantes da Igreja Maná para o bem comum.


REABERTURA DAS IGREJAS MANÁ

Estabelece-se a reabertura das Igrejas Maná a partir de dia 31 de Maio, retomando as atividades eclesiásticas, religiosas e sociais.

O número de participantes nas celebrações estará em conformidade com as decisões que emanaram dos órgãos do Estado e da Direção Geral da Saúde.

Eventos como a evangelização de rua, encontros jovens, convívios e similares também não poderão ser realizados presencialmente em Maio de 2020 e até que seja dada instrução em contrário.

 

REGRAS GERAIS

Pessoas com COVID e em vigilância ativa devem estar em confinamento obrigatório.

Especial atenção para com as pessoas que pertencem aos grupos de risco.

Distanciamento físico de 2 metros entre pessoas. O distanciamento não se aplica a pessoas do mesmo agregado familiar.

Uso obrigatório de máscaras ou viseiras para o acesso e permanência em espaços fechados com múltiplas pessoas.

Assegurar a disponibilização de soluções líquidas de base alcoólica nas entradas e saídas.As casas de banho devem usar toalhas em papel descartáveis ou similares.

As pessoas só podem ficar o tempo estritamente necessário.

Definir, sempre que possível, circuitos específicos de entrada e saída nas Igrejas, para que evitar o cruzamento e a proximidade das pessoas.

Tomar medidas para evitar que as pessoas toquem em maçanetas, puxadores, portas, vidros, etc. Ou seja, garantir, sempre que possível, que as portas e as janelas da Igreja e dos espaços interiores da Igreja estão abertos para que as pessoas possam aceder diretamente sem ter que tocar em nada.

Limpeza e desinfecção diárias e periódicas das zonas de contacto – espaços, objetos, superfícies, equipamentos, etc., com os quais haja contacto intenso.

Calendarizar a limpeza e desinfecção da Igreja, criando um registo diário que indique com que frequência e quais os responsáveis dessa higienização.

Informar e afixar na Igreja, de forma clara e visível as novas regras de funcionamento, acesso, higiene, segurança.

Dispersar aglomerados no átrio e na entrada da Igreja.

Para evitar aglomerados de pessoas fora da lotação prevista pela DGS, adotar um sistema de agendamento prévio.

Funerais: permitida a presença dos familiares e afins de acordo com as regras que o Município adoptar.